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Prevenção e Detecção
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Prevenção

Sabemos que no câncer do adulto os principais determinantes são os fatores exógenos (hábitos de vida, infecções, ambiente de trabalho). Entretanto, na faixa etária pediátrica, ainda não existe um fator único responsável por este mecanismo de produção de células neoplásicas, mas algumas condições que, de maneira conjunta ou não, podem ser atribuídas como carcinogênicas, como o fator genético (a criança nasce geneticamente predisposta a ter uma neoplasia que não necessariamente implica a hereditariedade), a exposição a determinados fatores ambientais (como a radiação solar, irradiação, agrotóxicos, alimentos embutidos ou que possam conter aflatoxinas, determinadas infecções virais, entre outros) e ainda podem ser implicados na etiologia do câncer infanto-juvenil, as condições gestacionais da mãe (uso de drogas na gravidez, irradiação, certas infecções virais, excessivo consumo de alimentos industrializados principalmente os embutido e os diets e lights).

Tendo-se em mente esta multicausalidade e as diferenças do padrão do adulto, prevenir câncer na infância envolve desde um processo de educação em saúde que inclui ações de esclarecimento ao público e capacitação contínua de profissionais até mesmo estudos cada vez mais detalhados dos mecanismos moleculares envolvidos nas principais alterações genéticas que as crianças portadoras de neoplasias podem apresentar. Isto torna muito limitado o campo de atuação da saúde pública no que se refere à prevenção de câncer infanto-juvenil.

Para tanto, os maiores estudos comprovam que a grande arma para o controle e combate das neoplasias infantis é o Diagnóstico Precoce. Todas as medidas realizadas na tentativa de se detectar um câncer o mais cedo possível, confirmam a diminuição das taxas de morbimortalidade desta patologia.

Detecção

Não existe um exame complementar único capaz de diagnosticar um câncer infantil, mas uma somatória entre história clínica detalhada do paciente, exame físico e alguns exames úteis para comprovarem o diagnóstico. Cada tipo de neoplasia requer uma abordagem própria, por exemplo, a leucemia que é o tumor de medula óssea, necessita de um mielograma (aspirado da medula óssea) para confirmação. Já um tumor sólido (de rim. por exemplo), necessitará de exames de imagem (tomografia, ultrassonografia) para um melhor diagnóstico e tratamento. Na verdade, o que faz a grande diferença é a criança ser levada a um serviço de saúde se houver surgimento de sintomatologia suspeita.

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